Seguro Obrigatório ajuda os brasileiros a se recuperarem depois de um acidente de trânsito

Consultar a situação do seu veículo é algo muito importante, pois desta forma é possível verificar as multas ou mesmo danos presentes em seu carro. No entanto é fundamental que o consumidor antes de adquirir um veículo saiba a procedência do mesmo como, por exemplo, quantos quilômetros já percorreu, quem era o dono e se o carro já foi batido. Sendo assim você evita transtornos futuros e lucra com a compra do veículo.

Ao adquirir um veículo usado é de extrema importância que você confira o DPVAT 2019 São Paulo e saiba se esses e outros impostos do veículo estão em dia.

Consulta através do RENAVAM

O REVANAM (Registro Nacional de Veículos Automotores) consiste em um documento que permite o proprietário de um automóvel consultar a situação do mesmo. Desta forma o indivíduo pode conferir dados de fabricação, montadora, ano e histórico do veículo desde a sua produção.

Caso não saiba encontrar o RENAVAM do seu veículo pode conferir através do CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo) o número do registro, mas se preferir poderá verificar o código no Certificado de Transferência de Veículo.

Consulta online

Para fazer a consulta é muito simples basta acessar o site da Secretaria da Fazenda referente ao seu estado e informar o número da placa e do RENAVAM do veículo. Aqueles que forem do estado de São Paulo podem clicar aqui para fazer a consulta.

Multas no veículo

Ao fornecer todas as informações você terá acesso a todas as multas (estaduais, federais e municipais) presentes em seu veículo, assim como o Licenciamento, DPVAT, IPVA, convênios, dentre outros dados do automóvel. Portanto é fundamental levantar todas as informações do veículo antes de comprá-lo, caso contrário será prejudicado.

Cuidados ao comprar veículos usados

Muitas pessoas preferem comprar veículos usados devido às ofertas e preços acessíveis ao seu orçamento, porém o consumidor deve ter alguns cuidados, já que os carros podem ter multas ou mesmo problemas em suas peças, o que torna o produto mais caro se comparado a um carro zero.

 

Governo Federal tem calculo para descobrir se o cidadão tem direito a benefícios

Muitos cidadãos têm dúvidas ainda se podem ou não receber o PIS 2019. Existe um cálculo criado pelo governo federal para descobrir se você tem direito em receber o PIS.

Este cálculo do PIS é feito com base no valor do salário que o trabalhador receber no ano anterior, no caso, o ano de 2018. Vale lembrar que o valor usado no cálculo é o valor líquido recebido e não o que consta como salário na carteia de trabalho.

Como calcular o PIS 2019

O cálculo do PIS é feito com base valor recebido de salário durante o ano anterior, divido pelo número de meses trabalhados no ano completo. Se o resultado do cálculo for menor que dois salários mínimos, o cidadão terá direito de receber o PIS.

Para fazer seu cálculo, some o valor que recebeu no ano de 2018 e divide pelo número de meses que você trabalhou. Se você não sabe ao certo o valor que recebeu no último ano, pode solicitar junto ao departamento pessoal de sua empresa.

Valor recebido no ano ÷ número de meses trabalhados = deve ser menor que 2 salários mínimos (R$ 1.356,00)

Exemplo: Salário de R$980 durante 9 meses de trabalho em 2018.

* 980 x 9 ÷ 9 = R$ 980 – Este funcionário tem direito ao PIS 2019 pois recebeu valor inferior a R$1356 (soma de dois salários mínimos).

Caso ainda tenha dúvidas sobre o cálculo, poderá consultar o PIS 2019 no site da Caixa.

Quem merece ganhar o reality show?

Enquete BBB19 – Um dos programas mais aguardados por todos, o BBB já é um verdadeiro marco dentro da História da televisão brasileira, sendo também, um dos mais polêmicos programas da atualidade, despertando reações das mais diversas possíveis.

E por causa de todo esse sucesso e polêmica, o BBB19 já se encontra entre os assuntos mais procurados e pesquisados pelos internautas do Brasil inteiro, o que mostra o tamanho desse reality show dentro da atualidade.

Portanto, para quem procura por informações sobre, entre outras coisas, a enquete BBB19, o mais indicado é acompanhar com atenção a este texto, que apresenta dicas sobre como proceder na hora de tentar prever como será o programa sem ter informações oficiais divulgadas.

Enquete BBB19 pela internet globo.com

Pois entre uma das coisas mais pesquisadas pelas pessoas que já procuram por informações sobre o BBB19, está a enquete BBB19, que já consta entre os assuntos mais procurados do momento.

Pois para quem deseja saber um pouco mais sobre como deverá ser esse item tão importante dentro da lógica do programa, o ideal é pesquisar BBB19 globo.com, já que é no site oficial da TV Globo que a maior parte das informações poderão ser pesquisadas e observadas.

O ideal é pesquisar informações sobre como funcionou essa enquete dentro da edição anterior, e qual foi o seu papel dentro do andamento do programa, portanto, o ideal é pesquisar informações sobre a enquete BBB para traçar um comparativo entre ambas as versões.

Enquete BBB19 pelo telefone

Pois para quem deseja saber mais sobre como poderá ser o funcionamento da enquete BBB19, o ideal será realmente observar como ela se deu dentro da lógica do programa anterior.

E isso é perfeito para quem deseja saber como votar na enquete BBB19, quer poderá ser feita tanto pelo site oficial, o globo.com, quanto pelo telefone, que é o modo mais tradicional, que também era utilizado nas edições anteriores do programa.

Portanto, para quem deseja saber um pouco mais sobre como poderá ser o BBB19, mesmo sem ter informações completas e confiáveis sobre o programa, o ideal é fazer uma observação detalhada sobre o funcionamento das edições anteriores, especialmente da edição 2018 do programa. Para mais informações sobre o BBB19 acesse: http://gshow.globo.com/bbb/blog-da-producao/index.html.

Governo Divulga Edital para a Participação de Estudantes no Sistema de Seleção Unificada

Edital Sisu 2019: Os estudantes que pretendem participar da próxima edição do Sistema de Seleção Unificada poderão conferir abaixo informações importantes sobre o programa, inclusive sobre datas, inscrições, regras e Edital Sisu 2019.

O Sisu chega a mais uma edição, após obter sucesso e adesão de cada vez mais instituições nos últimos anos.

Realizado pela primeira vez em 2010, o Sisu utiliza a nota obtida pelos candidatos no último Enem – Exame Nacional do Ensino Médio realizado. Portanto, para poder concorrer às vagas disponíveis no Sisu 2019 será necessário participar do Enem 2018 – Sisu, que terá suas provas aplicadas no último trimestre em todo o país.

Antes mesmo de se inscrever para as provas do Enem os estudantes procuram por informações e novidades a respeito do sistema. Porém, todas as regras serão estabelecidas somente com a divulgação do Edital Sisu 2019, através do MEC – Ministério da Educação, após a liberação dos resultados do exame, prevista para janeiro.

Apesar de que o Edital Sisu 2019 só será divulgado daqui alguns meses os estudantes já podem se preparar para concorrer às vagas tendo como base as regras das últimas edições, visto que poucas são as alterações ou até mesmo não há mudanças no sistema.

Inscrições e Edital Sisu 2019:

De acordo com as regras do Sisu, podem participar somente os estudantes que tenham participado da última edição do Enem e que tenham tirado nota diferente de zero na redação. Aqueles que tenham zerado a redação não poderão sequer acessar o sistema de inscrições.

O Edital, além das regras define também as Datas do Sisu 2019, como o prazo de inscrições, o calendário com as chamadas, matrícula e participação na Lista de Espera.

As inscrições Sisu 2019 estarão disponíveis somente no site oficial () na segunda metade de janeiro. Para se inscrever basta acessar e informar os dados cadastrados no Enem 2018 (Número de Inscrição e Senha). Feito isso resta pesquisar pela vaga desejada, podendo filtrar a pesquisa por Cidade, Nome do Curso ou Instituição.

Mudanças Edital Sisu 2019:

Até a edição de 2018 as instituições deveriam reservar pelo menos 37,5% de suas vagas aos cotistas, de acordo com a Lei de Cotas, de Agosto de 2012. Contudo, em 2019, ainda de acordo com a lei, devem ser reservadas pelo menos 50% das vagas das instituições públicas em todo o país (Saiba mais sobre Cotas do Sisu 2019).

Outro ponto importante a ser observado é em relação a uma alteração recente no sistema: Agora é realizada uma única chamada regular pelo sistema. Os estudantes não selecionados na primeira chamada devem solicitar participação na Lista de Espera e acompanhar as convocações a partir da segunda chamada diretamente nas instituições pretendidas.

Iniciativa do Governo Federal para Combater a Desigualdade

O Bolsa Família é uma iniciativa do Governo Federal que tem como principal objetivo auxiliar o acesso dos estudantes considerados de baixa renda à educação. Desta forma, milhares de famílias brasileiras são contempladas mensalmente com uma bolsa auxilio em dinheiro como um método de manter os alunos nas escolas. O programa foi criado no ano de 2003 no governo Lula juntamente com o programa Fome Zero e, apesar de ser objeto de diversos questionamentos, vem de fato maximizando a presença de alunos nas escolas.

Todos os contemplados com o Bolsa Família recebem do governo um cartão, cujo qual oferece a seus portadores algumas vantagens e benefícios em dinheiro. Pode-se dizer que o benefício em dinheiro proporcionado por meio do Bolsa Família é um tanto quanto considerável, tendo em vista que muitas das famílias que são contempladas com tal benefício vivem abaixo da linha da miséria, ou seja, são em sua maioria famílias que possuem renda mensal per capita em torno de R$ 10,00 a R$ 140,00.

Renda essa considerada extremamente baixa. Desta forma, este programa trabalha em duas vias consideradas problemáticas no Brasil, a pobreza e a educação. Desta forma, o programa atua na redução da pobreza e, ao mesmo tempo promove a educação, uma vez que para receber tal benefício os alunos devem não somente estar matriculados nas escolas, como também frequentando as aulas.

Para o ano que vem o Governo Federal promete uma expansão por conta da nova iniciativa chamada de “Brasil sem Miséria” que tem o objetivo de auxiliar as pessoas com renda inferior a R$ 70,00 mensais. As inscrições para o Bolsa Família 2019 já podem ser realizadas no site oficial do programa. Vale lembrar que, além do benefício de Bolsa Escola, é concedido através do programa os benefícios de Auxilio Gás e Bolsa Alimentação.

O calendário do programa também já está disponível e pode ser conferido no site oficial da Caixa no endereço eletrônico www.caixa.gov.br/Voce/Social/Transferencia/bolsa_familia/calen_pag.asp. Nele poderão ser vistos todas as datas dos pagamentos a serem efetuados pelo programa.

Detran de Santa Catarina libera consulta a irregularidades

Através do Detran consultas o cidadão pode fazer a consulta online de diversos serviços. No site do Detran SC consultas o usuário pode ter acesso a informações sobre IPVA, DPVAT e Licenciamento. Confira como é fácil realizar os procedimentos online.

Consulta Detran

Consulta Detran

Logo na página inicial é possível verificar os serviços principais disponíveis. Entre as opções estão:

  • Consultas de CNH;
  • Consulta de multas;
  • Consulta de multas em sua CNH estrangeira (fora do país);
  • Pontuação no prontuário;
  • Andamento do processo da CNH;
  • Entre outros.

Desta forma, confira ao longo do artigo como fazer as consultas do site do Detran SC.

DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DE SANTA CATARINA

O Detran SC, hoje é responsável pelo atendimento de 3,5 milhões de veículos, emplacamento, cobranças de taxas e etc. Entretanto, em sua página oficial é possível observar que existe outros serviços para o usuário.

Diante disso, o Detran SC (Departamento Estadual de Trânsito de Santa Catarina) é um órgão do Poder Executivo Estadual, responsável pelas informações relacionadas ao trânsito do estado.

Com o site disponível o motorista pode encontrar as informações referentes ao serviço desejado, como multas, infrações, IPVA, regras de trânsito e outros dados com relação à legislação de trânsito.

Emissão da guia do IPVA

O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) precisa ser pago anualmente, assim sua taxa é solicitada pela Secretaria da Fazenda de cada estado.

Este tributo é feito em cima de carros, motos, caminhões e ônibus, tratores, jet-skis, lanchas, barcos e aviões de esporte.

Para conseguir fazer a consulta do IPVA Santa Catarina e observar seus débitos pendentes, o usuário pode acessar aqui e seguir nossas indicações abaixo:

  • A consulta é simples basta ter seus documentos como CPF, sua CNH e o código do RENAVAM.
  • O site é um serviço único de Santa Catarina e de todos os veículos cadastrados nele.
  • Com a página do Detran SC, aberta, o usuário na parte superior do site, deve digitar o número da sua placa e código RENAVAM;
  • Selecionar “ok”.

Em seguida será exibida uma imagem na qual é possível ter as informações referentes ao pagamento do IPVA.

Caso existam débitos estes podem ser quitados no Bradesco ou Itaú, por meio da guia emitida a partir do site do Detran, ou na cooperativa Creditran.

Consulta do Seguro Obrigatório

Já o seguro DPVAT 2019 (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), tem o direito de cobrir vidas do trânsito graças aos seguros e indenizações.

Desta forma, caso ocorra acidente, o DPVAT cobre os danos físicos, além dos danos no seu veículo. Todavia é preciso que o dono do veículo mantenha em dia o pagamento. Com o valor em dia ele não perde o direito ao DPVAT.

Para os usuários que tem dúvidas sobre o seguro, pode ter as informações no site do Detran SC. Para verificar todas as informações, acesse aqui.

Irregularidades no licenciamento

O CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo) tem que ser renovado a cada ano, mas somente é liberado após o pagamento do IPVA. Através deste documento o motorista fica regularizado e tem o direito de circular nas ruas e avenidas.

É importante frisar novamente que sem o pagamento IPVA 2019 Minas Gerais, o usuário não pode dirigir de forma legal.

O não pagamento é considerado uma infração e pode render uma multa gravíssima (sete pontos) em sua carteira de habilitação. O usuário que for advertido e não estiver com o documento de licenciamento do veículo, pode ter o mesmo apreendido imediatamente.

Desta forma, todo ano é feito um novo licenciamento e as datas sempre são divulgadas do Detran SC consultas.

Estes valores têm como base o ano de seu veículo, portanto, cada veículo apresenta um valor diferente de licenciamento assim como outro valor de IPVA.

Para saber o licenciamento 2016 e ter informações referentes à tabela, é preciso acessar o site oficial aqui.

Na página na parte inferior deve clicar “Licenciamento Anual”. Na site serão exibidas as datas data limite para pagamento de IPVA e licenciamento de veículos.

Bolsas de Estudo em Salvador

A profissionalização e o domínio do conteúdo teórico podem ser o diferencial que você precisa para se destacar no mercado de trabalho e obter as melhores vagas com as melhores remunerações e se você está procurando por cursos técnicos, de graduação, ou pós-graduação, ou se você está pretendendo terminar o ensino médio, com o Educa Mais Brasil é possível!

O Educa Mais Brasil 2019 é um programa desenvolvido com o intuito de facilitar o acesso à educação para a população brasileira que quer estudar, mas possui baixa renda.

Bolsas de Estudo Salvador

Bolsas de Estudo Salvador

Os candidatos passam por um processo seletivo e concorrem a bolsas de estudos que aproximam as mensalidades dos valores que o cidadão pode pagar.

Esta foi a forma que o Grupo educar encontrou de garantir melhor qualidade de vida ao cidadão, gerar profissionais qualificados, e contribuir para o país, de uma forma ampla.

Inscrições no Educa Mais Brasil – Salvador

As inscrições para concorrer às Bolsas de Estudo são realizadas diretamente no site. Este é o primeiro passo para se candidatar a uma vaga no curso pretendido.

É preciso atender a alguns critérios para fazer a inscrição, como a comprovação de que não pode pagar o valor integral da mensalidade. Veja se você atende às exigências, clicando.

Para se inscrever primeiro selecione o curso que mais interessa. Você será pedido para escolher mais opções. Repita o procedimento.  Complete seu cadastro e aguarde um e-mail de aprovação.

Com a carta de aprovação em mãos basta que o aluno compareça à Instituição de ensino desejada e entregue a carta, para ter o desconto em suas mensalidades.

Depois de já estar inscrito, você poderá iniciar o seu curso e terá acesso ao Portal do Aluno Educa Mais Brasil 2019.

Cursos do Educa Mais Brasil disponíveis na cidade de Salvador

Confira agora alguns cursos disponíveis na cidade de Salvador:

Graduação EAD:

  • Administração
  • Comércio Exterior
  • Gestão em Turismo
  • Gestão de Recursos Humanos
  • Gestão Pública
  • Matemática
  • Pedagogia

Graduação Presencial:

  • Administração
  • Biomedicina
  • Comunicação Social
  • Enfermagem
  • Engenharia Ambiental
  • Farmácia
  • Nutrição

Cursos profissionalizantes:

  • Açúcar e Álcool
  • Designer Gráfico
  • Gestão Financeira
  • Programador
  • Rotinas Administrativas
  • Webdesigner
  • Técnico Presencial:

Análises Clínicas

  • Enfermagem
  • Farmácia
  • Radiologia
  • Saúde Bucal
  • Técnico em Óptica

Esta é uma pequena amostra da variedade de cursos encontrados nestas modalidades. A lista de cursos é muito maior que esta, e você pode contar com muitas opções. Certamente uma delas será a sua preferida!

Não perca tempo! Realize as inscrições Educa Mais Brasil agora através do site do programa, e comece hoje mesmo a mudar a sua história, construindo um futuro melhor para você e para sua família!

Acredite, com o Educa Mais Brasil, é possível!

 

Florianópolis

Florianópolis costuma ser chamada de “Ilha da Magia”. Aliás, este carinhoso apelido foi dado por Franklin Cascaes, importante pesquisador da cultura açoriana. O apelido não poderia ser melhor, até porque a capital de Santa Catarina é referencia em beleza e história e sua paisagem, patrimônio histórico cultural, e sua gente fazem de “Floripa” – como também é conhecida a cidade, um lugar cheio de encantos. Com 461.524 habitantes, a maioria da população de Florianópolis é de ascendência européia, descendentes dos colonos açorianos, alemães e italianos.

QUALIDADE DE VIDA

A cidade ocupa uma área de 437 quilômetros quadrados e tem um terço de seu território em áreas de proteção ambiental. Localiza-se no centro-leste do estado de Santa Catarina e é banhada pelo Oceano Atlântico. Grande parte de Florianópolis (97,23%) está situada na Ilha de Santa Catarina.

INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E NEGÓCIOS

Também é considerada uma das cinco melhores do Brasil para negócios e recebe eventos de âmbito nacional e internacional. Tem um polo de inovação e empreendedorismo com 600 empresas de tecnologia, três parques tecnológicos, seis incubadoras de empresas e quinze universidades.

LOCALIZAÇÃO

A cidade ocupa uma área de 437 quilômetros quadrados e tem um terço de seu território em áreas de proteção ambiental. Localiza-se no centro-leste do estado de Santa Catarina e é banhada pelo Oceano Atlântico. Grande parte de Florianópolis (97,23%) está situada na Ilha de Santa Catarina.

LAZER, TURISMO E HOTELARIA

Suas 42 praias são um atrativo para o turismo – e a cidade tem o quarto maior parque hoteleiro do Brasil, com cerca de 20.060 leitos, 65% deles localizados nas regiões das praias e 35% no centro da cidade. Além das praias, igrejas, museus, fortalezas e núcleos de colonização açoriana merecem uma visita.

HISTÓRIA DE FLORIANÓPOLIS

4800 A.C.

Os mais antigos vestígios da ocupação na região de Florianópolis datam de 4800 a.C. Inscrições rupestres indicam a presença do chamado Homem de Sambaqui nessa região.

SÉCULO 16

Os habitantes da região, na época da chegada dos exploradores europeus eram os índios carijós, de origem tupi-guarani, que praticavam a agricultura, pesca e coleta de moluscos. O local era chamado de Meiembipe (montanha ao longo do mar) e o estreito que separa a ilha do continente, chamado Y-Jurerê-Mirim (pequena boca d’água).

1645

Por volta de 1675, o bandeirante Francisco Dias Velho deu início ao povoamento do local batizado como Nossa Senhora do Desterro.

MEADOS DO SÉCULO 18

Chegada dos imigrantes açorianos à ilha, que incrementaram a agricultura e a indústria manufatureira de algodão e linho. Na mesma época, foram implantadas as “armações” para pesca da baleia e extração de seu óleo, nos locais que passaram a ser chamados de Armação da Piedade e Armação do Pântano do Sul.

1737

Por Florianópolis possuir uma sua posição estratégica na costa, passou a ser ocupada militarmente e começaram a ser erguidas suas fortalezas.

1823

Em 1823, Desterro tornou-se capital da Província de Santa Catarina. Obras urbanas e a ampliação do porto impulsionaram o local.

1891

Em homenagem a Floriano Peixoto, a cidade foi batizada de Florianópolis.

SÉCULO 20

Durante o século 20, o processo de urbanização de Florianópolis foi acelerado e a cidade começou a sofrer grandes transformações.

1926

O símbolo mais conhecido de Florianópolis, a Ponte Hercílio Luz, foi inaugurado em 1926 como a primeira ligação rodoviária entre a ilha e o continente.

ÚLTIMAS DÉCADAS

Nas três últimas décadas dos anos 1900, a cidade recebeu novos moradores e surgiram as pontes Colombo Salles e Pedro Ivo Campos.

DESCUBRA FLORIPA

Conheça e explore tudo o que Floripa tem de melhor a oferecer na página Descubra Floripa.

Histórico

1968
As primeiras Bienais de Design realizadas no Brasil – em 1968, 1970 e 1972 – foram iniciativa de professores da Escola Superior de Desenho Industrial (ESDI) da cidade do Rio de Janeiro, e apresentavam produtos nacionais e estrangeiros caracterizados pelo ideal da boa forma. Elas foram realizadas no Museu de Arte Moderna (MAM) no Rio de Janeiro e organizadas pelo Instituto de Desenho Industrial (IDI)
A edição inicial ocorreu em 1968, sendo esta a primeira grande exposição de design produzida em nosso país. Batizada de “Desenho Industrial 68 – Bienal Internacional do Rio de Janeiro”, a mostra foi dedicada ao design de produto e à comunicação visual e tinha uma representação nacional e participações estrangeiras.

Para a representação nacional, foram selecionados dez trabalhos de planejamento de produtos como utensílios pessoais, mobiliário, aparelhos médicos e científicos e veículos urbanos. Na área de programação visual, foram exibidos desde embalagens até identidades corporativas completas. Com curadoria geral dos designers Carl Heinz Bergmiller e Goebel Weyne. A representação nacional teve a participação de recém-formados dos dois núcleos fundadores do ensino do design no país, a Escola Superior de De-senho Industrial (ESDI) do Rio de Janeiro e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade de São Paulo, além de designers com formação no exterior, arquitetos e designers autodidatas.
A representação estrangeira teve como curadores Arthur Lício Pontual e Norman Westwater, os quais selecionaram contribuições dos países convida-dos: Estados Unidos, Gra-Bretanha e Canadá.

Seis instituições assinaram o evento de 1968: Ministério das Relações Exteriores, Museu de Arte Moderna, Escola Superior de Desenho Industrial, Associação Brasileira de Desenho Industrial, Fundação Bienal de São Paulo e Confederação Nacional da Indústria.

1970
Assim como a edição de 1968, o evento foi planejado pela equipe do IDI MAM – Instituto de Desenho Industrial e realizada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, a Bienal “Desenho Industrial 70” incluiu, às representações nacional e estrangeira, uma área atribuída às escolas de design e uma mostra de trabalhos participantes do concurso patrocinado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Um dos setores da exposição foi dedicado à discussão de assuntos relativos à formação profissional dos designers e a mostra de trabalhos acadêmicos realizados por alunos da graduação da ESDI e da FAU-USP.

Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia foram representados com mostras e curadorias diferentes, exibição de equipamentos domésticos, produtos de uso pessoal, ferramentas, máquinas, maquinário agrícola, equipamentos para escolas, hospitais e transporte. O setor didático e o setor estrangeiro da “Desenho Industrial 70” foram posteriormente exibidos no Museu de Arte de São Paulo (MASP) e no Palácio Buriti, em Brasília.

1972
O evento “Desenho Industrial 72” contou com 45 projetos nacionais, os quais evidenciavam a ampliação do campo de atuação do designer e o aumento do número de profissionais formados no Brasil. O “Desenho Industrial 72” foi uma inciativa do IDI MAM – Instituto de Desenho Industrial do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Escritórios mostraram projetos de design gráfico e de branding, indo de novas moedas a vinhetas para televisão, passando por cartazes e sinalização pública. Em produtos, foram apresentados louças sanitárias, mobiliário, cadeiras executivas e projetos de vagões de metrô, além de flash fotográfico e barbeador masculino.

A ESDI participou com duas exposições uma sobre o universo do trabalho e outra sobre Sinalização Urbana e sua problemática. Suíça e Alemanha foram os países convidados, a Alemanha apresentou uma seleção de produtos premiados pelo prêmio da Boa Forma entre os anos 1969 e 1972, em que figuraram pela primeira vez produtos da empresa Braun, que pouco tempo depois se instalaria no país.

As bienais de 1968, 1970 e 1972 foram tema da exposição “Bienais de Design: Primórdios de uma ideia”, organizada na Bienal Brasileira de Design 2010 Curitiba, com curadoria de Freddy Van Camp.

1990
Em 1990, quase duas décadas após a anterior, realizou-se em Curitiba uma nova Bienal Brasileira de Design. Impulsionada pela grande movimentação dos designers em congressos e reuniões pela regulamentação da profissão, ela foi organizada por Ivens Fontoura, participante ativo das articulações da categoria profissional, professor e na época coordenador de museus do Estado do Paraná.

Um Conselho Diretor foi montado com representantes da Associação Nacional dos Designers (AND-BR), representada pela Associação Profissional dos Designers do Paraná (APD-PR), Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), Laboratório Brasileiro de Desenho Industrial (LBDI) e Associação Brasileira de Ensino de Design (ABEnD), representada pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Com o objetivo de “traçar o perfil do design brasileiro na década de 90”, a Bienal foi dividida em duas modalidades: a Série Produto, direcionada aos objetos produzidos no país; e a Série Projeto, voltada ao meio acadêmico.

Na Série Produto, uma comissão de indicação foi constituída por 45 designers de todo o país, responsáveis por sugerir um produto em cada uma das 30 categorias elevadas. No total, foram indicados 229 produtos referentes a 163 empresas ou instituições brasileiras. Esse universo foi analisado por uma comissão que premiou 27 produtos com o Selo de Excelência da Bienal. A Série Projeto caracterizou-se como um certame entre as instituições de ensino superior de design do país, a partir do tema do uso do papelão ondulado.

As duas séries compuseram a exposição principal, que ocupou os 650 m² do saguão do Palácio do Governo do Estado do Paraná, em conjunto com sala especial dedicada ao designer Aloisio Magalhães, organizada por Joaquim Redig.

Além delas, foram realizadas sete exposições: “Um Século de Indústria e Comércio no Paraná: 1890-1990”, no Solar Leão Júnior; “Design Gráfico e Industrial 90”, na UFPR; Design Industrial 90, na Pontifícia Universidade Católica do Paraná; “Desenho Industrial 90”, no Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná; “25 Anos de Design IPPUC”, na Galeria Schaffer; “Design LBDI”, na sede da Bienal; e “Mostra Gráfica Brasil 89”, no Museu Municipal de Arte.

1992
Em 1992, seguiu-se outra edição da Bienal Brasileira de Design em Curitiba, dessa vez no Edifício Castelo Branco, atual sede do Museu Oscar Niemeyer, também sob a direção de Ivens Fontoura. Foram repetidas as séries Produto, com uma comissão de indicação e outra de premiação, e Projeto, que teve como tema “Design para Zonas de Emergência”, com o objetivo de estimular a participação do estudante na solução de problemas causados por catástrofes. Mantendo a ideia da edição anterior, a mostra de 1992 teve uma sala especial dedicada a um designer, desta vez a Joaquin Tenreiro.

Também foram realizadas as exposições “Produção Estudantil Cefet 91/92”, no Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná; “Designers da Duomo”, na Sala D Espaço Boticário; “Designers da APD” no Museu de Arte Contemporânea do Paraná; “Excelência Gráfica Abigraf”, no Teatro Guaíra; “30 Cartazes para o Meio Ambiente Rio 92”, com curadoria de Felipe Taborda, no Teatro Guaíra; “Coca-Cola 50 Anos com Arte,” na Secretaria de Estado da Cultura; “Expo ADG 90/92”, no Espaço Cultural IBM; e “Escolas de Design do Brasil em Revista”, na Universidade Federal do Paraná. Durante o período da Bienal houve o Encontro de Escolas de Design do Brasil e a 1ª Oficina Nacional para Estudantes de Design.

A falta de apoio interrompeu a sequência das bienais em Curitiba e outro hiato se passou após 1992. O Memorial Brasileiro do Design, que havia sido montado no Palácio Iguaçu tão logo terminara a exposição principal da Bienal de 1990, reunindo o acervo dos projetos premiados, não chegou a durar sequer uma década.

As edições de 1990 e 1992 foram tema da exposição “Bienais de Design: Primórdios de uma Ideia”, organizada na Bienal Brasileira de Design 2010 Curitiba, nessa parte com curadoria de Ivens Fontoura.

2006
O desejo de fazer uma bienal exclusiva para o design voltou a ser gerenciado em 2004 pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC), Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que “busca contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população brasileira, através do aumento da competitividade do país”.

A primeira Bienal Brasileira de Design nessa nova fase aconteceu em 2006, em São Paulo, na Oca (Pavilhão Lucas Nogueira Garcez), do Parque Ibirapuera. A direção foi do MBC, com Fernando Mattos na direção executiva e Liliane Rank na coordenação geral. A curadoria-geral coube a Fábio Magalhães, crítico e historiador de arte e design e gestor cultural; e a curadoria-adjunta, ao professor Auresnede Pires Stephan.
Os 8 mil metros quadrados do prédio criado por Oscar Niemeyer foram ocupados por quatro exposições: “Nosso saber fazer”, voltada para a produção artesanal, com curadoria de Joice Joppert Leal; “Um olhar sobre a história do design brasileiro”, da mesma curadora, com um histórico do design dos anos 1920 a 1990, década a década; “Produção contemporânea”, curadoria de Marili Brandão, Ricardo Scura, Chico Homem de Mello, Christian Ullman e Fábio Mestriner; e “Charlotte Perriand”, que leva o nome da importante designer francesa, essa exposição foi realizada em parceria com o Centro George Pompidou e com curadoria de Marie-Laure Jousset, a então diretora do departamento de design do Centro.

A Bienal de 2006 apresentou ao todo cerca de 600 produtos e recebeu 35 mil visitantes. Foi documentada num catálogo de 270 páginas. O projeto de arquitetura foi assinado por Haron Cohen, projeto gráfico pela Homem de Melo e Troia Design e a produção geral pela Arte 3, liderada por Ana Helena Curti.

A ação educativa recebeu a visita de grupos oriundos de escolas de design, empresas e escritórios. Houve uma missão de jornalistas internacionais promovida pela Apex Brasil e Abedesign. Entre as ações paralelas, destacam-se o Seminário Design e Competitividade, palestras, debates e lançamentos de livros. A Bienal foi realizada simultaneamente à São Paulo Design Week, à 8ª. Edição da Bienal Brasileira de Design Gráfico no Memorial da América Latina e à exposição Santos Dumont Designer no Museu da Casa Brasileira. Foi disponibilizado transporte gratuito aos visitantes realizando um circuito de design na cidade de São Paulo.

2008
Atendendo à intenção dos organizadores de itinerar o evento pelo país, a segunda edição da Bienal Brasileira de Design em sua nova fase aconteceu em Brasília. A realização coube ao Movimento Brasil Competitivo, ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e ao Governo do Distrito Federal. A direção executiva coube a José Fernando Mattos.

O Museu Nacional do Conjunto Cultural da República, projeto de Oscar Niemeyer na monumental Esplanada dos Ministérios, abrigou cinco exposições, sob a curadoria-geral de Fábio Magalhães e a curadoria-adjunta de Auresnede Pires Stephan. Ambos assinaram a exposição principal, com projetos vindos de designers de várias partes do país e com um módulo em homenagem a Niemeyer e outro a Millôr Fernandes.

José Alberto Nemer foi convidado para a curadoria da exposição “Design popular”, com projetos vernaculares. Adélia Borges se encarregou da mostra “Bornancini & Petzold”, uma homenagem aos dois gaúchos que foram os pioneiros do design industrial no país. “Made in Italy 1978-2008” teve a curadoria do italiano Vanni Pasca, e o também italiano Enrico Morteo se responsabilizou por “Roberto Sambonet – From Brazil to design”, a respeito do designer milanês que teve fortes vínculos com o Brasil. Ao todo, foram exibidas 1.200 peças, de vários segmentos produtivos.

Além das exposições, foram realizados seminários em parceria com a Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e Clínicas de Design, orientadas com o intuito de promover a interação entre designers e empresas, desenvolvidas com o SENAI Nacional. O Projeto Imagem, realizado em parceria com a Apex-Brasil, convidou jornalistas estrangeiros especializados para divulgar o design brasileiro na imprensa internacional.

Um amplo programa de ação educativa orientou monitores para acompanhamento do público de estudantes. A mostra recebeu 40 mil visitantes. Foi documentada num catálogo de 254 páginas, com edições separadas em português e inglês. O projeto de arquitetura foi assinado por Pedro Mendes da Rocha, o projeto gráfico pela Homem de Melo e Troia Design e a produção geral pela Arte 3, liderada por Ana Helena Curti.

Uma votação popular elegeu as peças destaque da Bienal por meio do hotsite do evento. A exposição sobre Roberto Sambonet posteriormente foi apresentada no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo.

2010
Após 2008, foi instituído o Comitê de Orientação Estratégica da Bienal Brasileira de Design (COEB). Sob a liderança do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o mesmo reúne órgãos públicos, entidades priva-das e instituições do terceiro setor, e além de ser a instância para o recebimento de candidaturas de interessados em realizar a Bienal e deliberar sobre quem será o executor, garantindo assim a unidade e continuidade do evento. Em 2010, o então Centro de Design Paraná (hoje transformado no Centro Brasil Design) e a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) foram os vencedores dessa concorrência e viabilizaram a ida da Bienal para Curitiba, responsabilizando-se por sua realização.

Pela primeira vez foi instituído um tema para o evento, e a escolha recaiu na questão da sustentabilidade. O objetivo era refletir sobre como projetar, produzir e consumir bens, satisfazendo as demandas do mundo atual, sem comprometer o futuro do planeta.

Com curadoria-geral de Adélia Borges, a Bienal abrangeu nove mostras realizadas em seis espaços expositivos. O Pavilhão Horácio Coimbra/ CIETEP abrigou a mostra principal da Bienal, “Design, inovação e sustentabilidade”, com 250 projetos de quase todos os estados do país; “Memória da Indústria: O caso da Cimo”, em que a curadora Angélica Santi contou a experiência dessa empresa, um marco divisor entre a herança artesanal e o início da produção seriada no Brasil; “Bienais de design: Primórdios de uma ideia”, em que se recuperou a história das primeiras bienais de design realizadas no Brasil, com curadoria de Freddy Van Camp e Ivens Fontoura; “Novíssimos”, com projetos concebidos por estudantes ou recém-formados de 27 instituições brasileiras de ensino superior de design, com curadoria de Ivens Fontoura; e finalmente a exposição dinamarquesa “It’s a small world”, que problematizava o tema da sustentabilidade, com curadoria de Tina Midt-gaard, Karen Kjærgaard e Kjersti Wikstrøm.

O Museu Oscar Niemeyer apresentou “Reinvenção da matéria”, sobre matérias-primas brasileiras que conjugam a inovação e a sustentabilidade. O Memorial de Curitiba sediou “Design urbano: Uma trajetória”, em que o arquiteto, urbanista e administrador público Jaime Lerner mostrou sua experiência de quase meio século em design urbano. Já a Universidade Positivo ofereceu “Memória do design no Paraná”, com curadoria de Antonio Razera Neto e Renato Bertão.

A Bienal transbordou o campo habitual dos espaços expositivos institucionalizados para se localizar também em espaços públicos com alto afluxo de pessoas. O Jardim Botânico e o Parque Barigui abrigaram a exposição de cartazes “Sustentabilidade: E eu com isso?”, com curadoria de André Stolarski e Rico Lins.

Nas ações educativas, mais de 600 professores do ensino fundamental foram capacitados e repassaram as informações a seus 15 mil alunos, que receberam material didático para debater em sala de aula. Ao todo, 59 instituições de ensino visitaram as exposições, guiadas por monitores, totalizando cerca de 3.500 estudantes do ensino fundamental nas mostras da Bienal.

Um seminário internacional teve 21 conferencistas brasileiros e estrangeiros e a presença de 600 participantes de 17 estados de todas as regiões do país, abrangendo cerca de 80 cidades brasileiras. Mais de 20 ações culturais paralelas foram realizadas na cidade.
Em razão da soma de atividades e especialmente da realização de exposições nos parques, o número de visitantes subiu para 361 mil pessoas. Foram editados dois catálogos, um de 384 páginas e outro de 262 páginas. Os catálogos e textos expositivos foram bilíngues, em português e inglês. A exposição principal foi registrada também em vídeo.

A exposição de cartazes “Sustentabilidade: e eu com isso?” foi posterior-mente apresentada no Rio de Janeiro, na Rio + 20. Versões reduzidas da exposição “Design, inovação e sustentabilidade” foram apresentadas em Milão e num circuito de centros culturais ingleses nas cidades de Barnsley, Sleaford e Wimborne.

A coordenação geral foi de Letícia Castro, em conjunto com a equipe do Centro de Design Paraná. O projeto de arquitetura foi assinado por Pedro Mendes da Rocha, o projeto gráfico por Miran (Oswaldo Miranda) e a produção geral pela Arte 3, liderada por Ana Helena Curti.

2012
Diversidade brasileira foi o tema escolhido para a Bienal realizada em Belo Horizonte, em 2012. A realização coube ao Governo do Estado de Minas Gerais e à Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), com co-realização do Sebrae. O coordenador geral local foi o designer Dijon de Moraes, também reitor da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG).

Com curadoria da crítica de design Maria Helena Estrada, a bienal mostrou expressões da cultura popular, da linguagem contemporânea do artesanato brasileiro, dos estágios de produção semi-industrial e industrial e exemplos de tecnologias de ponta. A mostra principal foi “Da mão à máquina”, no Palácio das Artes, reunindo a produção brasileira a partir do artesanato e chegando à indústria e à manufatura digital. Nesta edição estiveram presentes diversos segmentos ligados ao mobiliário, aos utensílios para a casa, à moda, às joias e meios de transporte, entre outros. Jorge Lopes foi curador adjunto de um módulo de impressão tridimensional. O Palácio das Artes sediou, também, a mostra “Prêmio Sebrae Minas Gerais”.
Outras mostras realizadas foram “Design de carros no Brasil: Inovações e rupturas”, curadoria de Paulo Nakamura, na Casa Fiat de Cultura; o “Prêmio Idea Brasil”, curadoria de Joice Leal, na Casa Fiat de Cultura; “Jovens designers”, curadoria de Auresnede Pires Stephan, na UEMG; “1 pessoa 10 cadeiras”, curadoria de Sérgio Lourenço, na Serraria Souza Pinto; “Petraaurum: A construção de uma identidade”, curadoria de Manoel Bernardes, no Museu de Artes e Ofícios; e Geração Casa Brasil, no Museu das Minas e do Metal, organização do Sindmóveis de Bento Gonçalves.

As ações acadêmicas incluíram o “4º Fórum Internacional Design como Processo”; e o seminário internacional “Design e Emoção”, 500 participantes, ambos com curadoria de Dijon de Moraes. A Open School, coordenada por Cristina Abijaode e Bernadete Teixeira, consistiu de vários eventos simultâneos caracterizados pelo intercâmbio de experiências entre instituições de ensino.

Entre as ações de conhecimento, estiveram o seminário “Módulo Design e Tecnologia”, coordenado por Maria Helena Estrada; mesas-redondas e palestras “1 pessoa 10 cadeiras”, coordenada por Sergio Lourenço; e o congresso internacional “Mob Design”, com coordenação de Joice Leal.

As ações de negócios englobaram o Seminário Internacional de Economia Criativa e Design, curadoria de Ana Carla Fonseca; e a Semana Apex Brasil, com coordenação de Marco Aurélio Lobo, que realizou um conjunto de palestras sobre design e moda, além de levar à Bienal jornalistas e compradores internacionais.

A cenografia da exposição principal foi assinada pelo Atelier Marko Brajovik e o projeto gráfico da Bienal coube à Greco Design. Essa Bienal não contou com catálogo, e sim com um relatório em publicação de 100 páginas, e uma edição da revista Arc Design dedicada ao evento, com 112 páginas. Duas ações interativas tiveram o propósito de ampliar e democratizar o acesso à bienal: um tour virtual da mostra principal e a escolha através do site do produto destaque.

As mostras apresentaram 730 produtos e contabilizaram 76.866 visitantes. As ações acadêmicas atraíram 2.510 participantes; e as ações de negócios, 1.067 participantes. Nas ações educativas, 1.917 estudantes de 43 escolas públicas visitaram as mostras. Dez países estiveram representados por palestrantes no evento.

2014
O COEB decidiu não realizar a Bienal seguinte em 2014 por ser um ano de eleições e Copa do Mundo, passando-a para 2015 e escolhendo Florianópolis como sede.

O plano estratégico de realização da Bienal Brasileira de Design em Florianópolis 2015 leva a assinatura da SCDesign e a sua realização está sendo coordenada pela FIESC e pelo Centro Design Catarina. A gestão do projeto é coordenada por Roselie de Faria Lemos que tem como adjuntos Bianka Cappucci Frisoni, Janaina Silva, Paula da Costa Gargioni e Sonei Turossi. O planejamento do evento foi construído com objetivo de levar o design para a rua, com um formato mais próximo ao de um Festival de design, fazendo a cidade respirar o espírito e as propostas estéticas, culturais e interativas das mostras.

A edição subsequente já tem local eleito: ocorrerá em Recife, em 2017, e estará a cargo do Centro Pernambucano de Design.