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    Santa Catarina e o
    Design

    PANORAMA DO DESIGN NO BRASIL

    Reconhecido pelas belezas naturais, riqueza histórica e vocação empreendedora, Santa Catarina é um dos estados brasileiros onde se vive mais e melhor. Com um modelo econômico comprovadamente bem-sucedido, se caracteriza pela diversificação de atividades, pelo enorme potencial turístico e pela ênfase na inovação. Além disso, o estado tem um mercado interno com alto poder de consumo.

    Santa Catarina oferece abundância e possibilidade para as pessoas desenvolverem sua carreira, seus caminhos. O design ganhou forte impulso no estado a partir dos anos 1980, época da implantação do Laboratório Brasileiro de Desenho Industrial (LBDI), uma instituição de pesquisa, desenvolvimento e ensino de renome internacional. Desde então, a educação voltada para o design tem se expandido na região: hoje são 74 cursos técnicos e de graduação, 33 de pós-graduação, dois Mestrados e um Doutorado ativo.

    O estado detém premiações importantes de empresas de design e designers em concursos internacionais como iF Awards, IDEA, além dos concursos nacionais como o do Museu da Casa Brasileira e o do Salão do Móvel Brasil.

    Para fomentar a produção local, foi criado recentemente o prêmio Design Catarina de design, uma parceria entre a Federação das Indústrias do Estado (FIESC) e o Centro Design Catarina.

    Polos industriais

    Nas últimas três décadas, a economia de Santa Catarina cresceu 340%, bem mais do que a média brasileira. Os produtos catarinenses são hoje consumidos em 190 países.

    Santa Catarina oferece uma excelente infra-estrutura contando com quatro portos bem equipados que escoam os produtos catarinenses para o resto do mundo, rodovias que ligam todas as regiões do estado com o resto do continente e três aeroportos com capacidade para receber grandes aeronaves. O estado um importante parque industrial. A indústria de transformação é a quarta do país em quantidade de empresas e a quinta em número de trabalhadores. Os segmentos de artigos do vestuário e alimentar são os que mais empregam, seguindo-se o de artigos têxteis.

    A economia industrial se divide em polos: cerâmico, carvão, vestuário e descartáveis plásticos na região sul do Estado; alimentar e móveis no oeste; têxtil, vestuário, naval e cristal no Vale do Itajaí; metalurgia, máquinas e equipamentos, material elétrico, autopeças, plástico, confecções e mobiliário no norte; madeireiro na região serrana e tecnológico, com games e softwares, em Florianópolis. A indústria da informação está presente na Grande Florianópolis e também se destaca em Blumenau, Chapecó, Criciúma e Joinville.
    O Produto Interno Bruto catarinense é o sétimo do Brasil, registrando, em 2010, R$ 152,5 bilhões (4,1% do total brasileiro). O setor secundário participa com 34,1%, a participação da indústria de transformação é de 22,5%, segundo dados do IBGE. Santa Catarina é o segundo estado com maior participação da indústria de transformação no PIB.

    Santa Catarina, com 6,6 milhões de habitantes, é responsável por 3,7% das exportações brasileiras (dados de 2012), décima colocação no ranking nacional. Os principais mercados de destino dos produtos catarinenses em 2012 foram Estados Unidos (11,4%), Argentina (6,8%), China (6,3%) e Países Baixos/Holanda (6,3%).

    O estado possui uma forte estrutura portuária, por onde escoa grande parte da produção: portos de Itajaí, São Francisco do Sul, Imbituba, Navegantes e Itapoá. O porto de Laguna tem atuação mais voltada para a pesca.


     

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